A hérnia inguinal é uma condição comum que pode causar desconforto e impactar a qualidade de vida, e a Dra. Dayse Ketren Souza destaca a importância de reconhecer os momentos em que a cirurgia se torna necessária. Nem todos os casos exigem intervenção cirúrgica imediata, mas é essencial compreender quando o procedimento é recomendado. Entender os sintomas e os fatores de risco pode ajudar no diagnóstico precoce e na escolha do melhor tratamento.
Quais são os sinais de alerta da hérnia inguinal?
A hérnia inguinal pode se manifestar por meio de um inchaço visível na região da virilha, frequentemente acompanhado por dor ou desconforto, especialmente ao se esforçar fisicamente. Dayse Ketren Souza explica que esse inchaço pode aumentar ao longo do tempo e se tornar mais evidente ao tossir, levantar peso ou permanecer em pé por longos períodos. Embora algumas hérnias sejam indolores, o acompanhamento médico é essencial para evitar complicações.
Outros sintomas incluem sensação de peso na região afetada, queimação e sensibilidade local. A médica alerta que, em casos mais graves, a hérnia pode ficar encarcerada, impedindo o retorno do tecido ao abdome e causando dor intensa. Se houver sinais como náuseas, vômitos e impossibilidade de empurrar a hérnia de volta, é necessário procurar atendimento médico imediato.
Quando a cirurgia se torna a melhor opção?
A decisão de operar depende do tamanho da hérnia, dos sintomas apresentados e do impacto na rotina do paciente. Dayse Ketren Souza esclarece que hérnias pequenas e assintomáticas podem ser monitoradas sem necessidade de cirurgia imediata. No entanto, quando há dor constante, crescimento progressivo da protuberância ou risco de complicações, a cirurgia passa a ser a melhor alternativa.

A cirurgia é indicada especialmente quando há risco de estrangulamento, situação em que o fluxo sanguíneo para o tecido afetado é interrompido. A doutora reforça que essa complicação pode levar à necrose dos tecidos e exigir intervenção emergencial. Por isso, é essencial não ignorar os sinais de alerta e buscar orientação médica o quanto antes.
Como é feita a cirurgia e o pós-operatório?
O procedimento cirúrgico pode ser realizado por meio da técnica aberta ou laparoscópica, dependendo do caso. Dayse Ketren Souza explica que a cirurgia aberta envolve uma incisão maior para reposicionar o tecido e reforçar a parede abdominal. Já a laparoscopia utiliza pequenas incisões e câmeras para reparar a hérnia de forma minimamente invasiva, resultando em recuperação mais rápida.
O tempo de recuperação varia, mas a maioria dos pacientes pode retornar às atividades leves dentro de poucos dias. A Dra. Dayse Ketren Souza sugere evitar esforço excessivo nas primeiras semanas para garantir a cicatrização adequada. Além disso, seguir todas as orientações médicas, incluindo repouso e uso adequado de medicações, contribui para um pós-operatório seguro e eficaz.
A hérnia inguinal pode afetar a qualidade de vida, mas o tratamento adequado permite um prognóstico positivo. Dayse Ketren Souza enfatiza que reconhecer os sintomas e procurar ajuda médica é essencial para evitar complicações. Embora nem todos os casos exijam cirurgia imediata, a intervenção cirúrgica é a solução mais indicada quando há dor intensa ou risco de estrangulamento. Com acompanhamento especializado e cuidados adequados no pós-operatório, a recuperação é rápida e eficaz.
Autor: Charlotte Harris
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital